Mariana – ex-aluna da UPIS: mais um caso de sucesso

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A ex-aluna de Direito da UPIS Mariana Sapata Gonzalez (29) é umas das aprovadas no concurso de Promotor de Justiça Adjunto do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Ela foi aprovada nas cinco etapas do certame (prova objetiva, prova discursiva, vida pregressa, prova oral e prova de títulos) e garantiu sua vaga entre os 27 confirmados.

Mariana começou a faculdade de direito no ano de 2005 com apenas 17 anos. Escolheu a UPIS por vários motivos, dentre eles, o fato de a faculdade estar bem colocada no ranking da OAB, e seu pai, o professor doutor Bernardo Celso Rezende Gonzalez, ser docente na instituição.

Desde quanto cursava o ensino médio, não tinha dúvidas, queria fazer Direito, pois tencionava prestar concurso público, e sentia que sua vocação possuía um viés para essa área.

Apesar de ter entrado na faculdade tão jovem, Mariana levou o curso muito a sério desde o início, o que refletiu de maneira positiva para seguir sua carreira no Direito. Ela não se arrepende de ter entrado logo em uma faculdade particular, em vez de uma federal. Simplesmente, reconhece o quanto foi bom ter começado cedo a fazer sua graduação. “Se eu tivesse parado para fazer cursinho, visando a uma federal, teria perdido muitas oportunidades que surgiram por conseguir me formar cedo”. Declarou Mariana.

Durante sua graduação, Mariana afirmou ter tido excelentes professores, que influenciaram muito a sua carreira, especialmente o promotor Jairo Bisol, que a fez despertar o interesse pelo Ministério Público.

As conquistas na vida de Mariana começaram antes mesmo de concluir a faculdade. Em 2008, ela passou no concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, para o cargo de técnico judiciário. Em 2009, passou na prova da OAB, antes de concluir sua graduação em Direito.

Após finalizar a faculdade, as conquistas continuaram. Em 2013, passou mais uma vez no concurso do TJDFT, para o cargo de analista judiciário, local onde trabalha até o momento, enquanto aguarda a posse no MPDFT.

Depois de formada, Mariana tinha decidido focar na carreira dentro do Direito, considerando que tinha perfil para concurso público, pois não gosta de ficar fazendo cobrança das pessoas.

“Desde a faculdade, eu já pensava em seguir uma carreira jurídica, magistratura ou ministério público, mas, como trabalhava no TJDFT, vi que a magistratura não harmonizava com o meu perfil. Trabalhei como assessora de magistrado, desde 2010, o que me possibilitou concluir que essa não era minha área preferida.” Disse Mariana durante a entrevista.

Sobre a aprovação no concurso do Ministério Público, ela afirma ter estudado exaustivamente para conquistar seu objetivo. “Já fazia provas de concurso há muito tempo, mas não estava decidida quanto à carreira. Em 2013, defini que queria o Ministério Público mesmo, aí comecei a estudar de uma forma mais constante, sem fazer pausa. Foi então que, em julho de 2015, soube que sairia o edital do MPDFT e comecei a estudar com mais dedicação, abrindo mão de algumas coisas para me focar mais. Da publicação do edital até a prova objetiva, foram cerca de três meses de muita dedicação e estudo.”  Afirmou Mariana.

Até chegar onde chegou, ela se esforçou muito, estudou bastante, tirou férias para somente estudar, cancelou viagens, abriu mão de academia e cursos de línguas e teve todo o apoio da família. Com certeza, o resultado final valeu à pena.

“Quando vi o resultado, fiquei muito feliz, pois alcancei o meu objetivo, iniciando carreira no Ministério Público e, especialmente, no Distrito Federal”. Declarou a ex-aluna.

Para os alunos de Direito, Mariana deixou um conselho: “Levem a faculdade desde o início a sério, sempre tenham contato com a lei, leiam o que está no código, conheçam a lei. Assim, com uma base boa na graduação, a carreira jurídica fica muito mais fácil. Escolham o direito por afinidade, pois não é um curso fácil, é necessário ter amor e gostar do que faz”.

A publicação do resultado final do concurso foi no último dia 28 de julho. Agora, enquanto aguarda a nomeação oficial e a posse, Mariana continuará trabalhando no TJDFT.

Seus planos para o futuro: fazer um mestrado; um doutorado; continuar estudando cada vez mais. Quem sabe um dia virar professora universitária, quiçá na UPIS, pois acredita que a base na graduação em Direito faz toda a diferença na carreira jurídica, e ela quer fazer a diferença na vida das pessoas.

Foto e Matéria: Andressa Ribeiro

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